Comer saudavelmente significa mais do que perder peso, significa saúde. As dicas que se seguem, são tão simples, que uma grande quantidade de pessoas esquecem-se de as colocar em prática e servem para criar uma base para uma alimentação saudável, logo também para uma dieta saudável.

- Salte o corredor dos alimentos enlatados e a secção dos congelados cada vez que for ás compras. Quanto mais frescos forem os alimentos que come na sua dieta diária, mais elevado será o índice nutritivo que ingere, o que fará com que não sinta tanto a necessidade de se sentir cheia.
- Aprenda algumas receitas rápidas para preparar o refeições rápidas.
- Coma uma dieta variada. Isto assegurar-lhe-á de que está a comer uma maior variedade de vitaminas. Assim, probabilidades de não ter uma dieta equilibrada são bastante mais reduzidas.
- Coma quantidades apropriadas. Coma menos alimentos altos em calorias e coma mais alimentos baixos em calorias.
Com certeza que existem mais do que 4 fraudes no mundo do fitness e por isso mesmo, se quiser deixar o seu comentário sobre algum produto ou aparelho que comprou e não resultou, fique à vontade.
Após uma pesquisa que efectuei sobre fraudes que existem no fitness, destaco as seguinte quatro, para que evite gastar tempo e dinheiro, em coisas que não resultam.
Não importa quantos abdominais faz. Se não combinar uma dieta saudável com exercícios de força e cardio, não vai ver os seus abdominais. Para isso não acontecer, tem de remover a camada de gordura que está a cobrir os seus músculos abdominais para que sejam visíveis.
Hoje em dia, muitas pessoas ainda têm a opinião de que quantos mais abdominais fizerem, mais os seus abdominais se notarão, o que é parcialmente verdade. Trabalhar estes músculos ajudá-los-á a ficarem mais definidos, mas apenas fazer abdominais, não chega. Para obter os abdominais perfeitos, tem de comer saudavelmente e trabalhar todo o seu corpo.
Para quem não sabe, estes aparelhos enviam pequenos “choques” eléctricos para os seus abdominais, o que os faz contrair e depois descontrair. Os vendedores destes aparelhos, dizem que 5 a 10 minutos por dia é o suficiente para ficar com uns super abdominais. Eu digo que é mentira depois de fazer a minha pesquisa online.
Para se perder massa gorda, é obrigatório haver uma combinação de exercício cardiovascular e de uma dieta saudável. O corpo queima gordura de acordo com a sua predisposição genética, portanto, a única maneira de queimar gordura é ser você mesmo a fazer o trabalho. Uma máquina não o fará por si, pode ter a certeza. Se já comprou um aparelho do género, lamento. Se está a pensar fazê-lo, não o faça e use o dinheiro em algo que valha a pena.
Há quem diga que fazer sexo emagrece. É mentira. O sexo é óptimo, é saudável, mas não queima calorias suficientes para emagrecer.
Pode melhorar o seu metabolismo com determinados suplementos, mas não pode substituir o treino físico para melhorar a sua resistência cardiovascular e força muscular. Os criadores destes produtos sabem que muitas pessoas apenas procuram uma forma fácil de conseguirem o peso e corpo ideal. Quem compra este tipo de produtos, depressa se apercebe que foi enganado.
Fontes:
Investigadores da Universidade de Rhode Island, nos EUA, concluíram que fazer refeições calmamente, sem pressa, contribui para manter e perder peso, porque a sensação de saciedade ocorre antes do consumo dos alimentos.

O estudo envolveu 30 mulheres entre os 18 e os 48 anos e tinha por objectivo comparar o impacto no organismo de comer depressa e devagar. A sua conclusão foi de que as mulheres que levaram mais de 20 minutos a comer ingeriram menos calorias e consumiram menos alimentos do que as mulheres que comeram mais rápido. Verificaram ainda que os níveis de saciedade e ingestão de água foram significativamente mais elevados durante a refeição lenta.
Para chegarem a esta conclusão, as participantes foram convidadas a preencher um questionário sobre hábitos alimentares e a fazer duas refeições, uma lentamente, outra mais rápida. Mediram-se os níveis de saciedade antes e depois das refeições.
Eu desde pequenino que me ensinaram que comer lentamente é muito mais saudável do que comer rápido, mas estes ditos investigadores, só agora chegaram a esta conclusão.
Tem-se assistido nos últimos anos a um aumento exponencial do número de pessoas que vemos, todos os dias, a caminhar junto à praia, nos jardins ou mesmo na rua. Parece indiscutível que se tem registado um aumento na preocupação em fazer actividade física com alguma regularidade. No entanto, estatísticas recentes apontam para um aumento significativo das pessoas com excesso de peso e obesas. Alguma coisa tem de estar mal, algo não está a funcionar. O que será?
Talvez o problema resida na falta de informação relativamente ao facto de o exercício e a alimentação serem, em conjunto, decisivos para a perda de peso. Existem vários estudos que mostram que o exercício sem preocupações nutricionais não é uma estratégia válida para a gestão do peso. Por exemplo, a restrição calórica sem exercício faz realmente perder massa gorda, mas também perde massa muscular, portanto, o melhor mesmo é cuidar da alimentação e fazer exercícios. As 2 acções em conjunto garantem uma forma mais eficaz e acima de tudo, mais saudável de gerir o seu peso. Uma sem a outra, simplesmente não funciona ou funciona mal.
Nota: Para pessoas com excesso de peso e obesos, é necessário no mínimo 200 - 300 minutos por semana de actividade física e uma alimentação saudável, para haver resultados significativos.
Por poucas palavras, um flexitariano é um “vegetariano” que de vez em quando come carne ou se preferir é um vegetariano flexível. Apesar de ter nascido em 1992 nos Estados Unidos, o flexitarianismo só agora está realmente a ficar na moda e a atrair adeptos para o seu conceito. A prova disso mesmo foi o lançamento de um livro nos EUA com o nome “The Flexitarian Diet” (A Dieta Flexitariana), o qual indica as vantagens deste conceito para emagrecer, ser saudável e prevenir doenças.
A autora deste livro - Dawn Jackson Blatner - é uma dietista americana e é flexitariana à 15 anos e defende que os adeptos desta dieta têm menos 15 por cento de peso, têm menos probabilidade de desenvolver doenças cardíacas, diabetes e cancro e vivem 3,6 anos mais do que os carnívoros.
Como é óbvio, esta nova tendência divide os vegetarianos, mas na minha opinião esta nova dieta poderá ser vantajosa para quem não é vegetariano a 100 por cento, ou seja, com o seu crescimento talvez os restaurantes, escolas, cadeias de fast food comecem a criar menus mais saudáveis - mais legumes e menos carne.
E você, o que tem a dizer sobre esta nova tendência?